Tentar se entender não é fácil. Tentar fazer com que os outros nos entendam também não é.
Clarice dialoga com o mais intimo de si, com os mais profundo de nós. Com os nossos medos e esperanças.
Melhor, ela faz com que nós conversemos com nós mesmos, tentando nos encontrar na experiência por ela vivida. Não devemos ser cópias das experiências dela, devemos, a partir disso, encontrar nossos próprios pontos de debates com nós mesmos.
"Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento." (Clarice L.)
21.9.08
17.9.08
"Não quero alguém que morra de amor por mim... Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando... Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importa a intensidade desse amor. Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim... Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível... E que esse momento será inesquecível... Só quero que meu sentimento seja valorizado. Quero sempre poder ter um sorriso estampando no meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre... E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor. Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém... e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou perto. Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou..."
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